8 de jul. de 2010
PALAVRAS DE UM AMIGO
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Marcadores: wicca
31 de mai. de 2010
Iniciação
Queridos amigos, o que aparenta ser simples, não o é! A iniciação (falaremos aqui, da iniciação na wicca, mas, acredito que é perfeitamente aplicável a toda e qualquer religião) na wicca é um passo muito sério. Exige alto grau de consciência e responsabilidade. Exige, pelo menos (não é o ideal) um conhecimento básico, do básico, como a, e, i, o u... Este conhecimento básico, do básico é saber, por exemplo: O que é a wicca? de onde vem? Quem é a Deusa? Quem é o Deus? O que é a Lei Tríplice? Quais os Rituais que devem ser realizados? Por que? Onde? Como? Quando?
Além disso, o candidato à iniciação precisa estar cônscio de que o processo iniciático não cessa após a iniciação, mas sim, perdura para o resto de seus dias (dessa e das outras vidas que virão). Isso significa que após a iniciação, o iniciado deverá continuar seus estudos, praticas, observâncias, apurando seus sentidos... caso contrário, será uma iniciação infrutífera, à toa, banal, sem qualquer propósito ou resultado. Bem, resultado pode haver, mas por descontentamento da Grande Mãe!
Uma iniciação "à toa" ou impensada, pode causar de desastres de várias sortes. A desistência, pura e simples e/ou com descaso, dos caminhos mágicos após a iniciação pode ser mais desastrosa ainda.
É comum lermos em sites e livros sobre como fazer a iniciação, mas, é muito difícil lermos, nos mesmos, sobre os cuidados acerca desse passo.
Difícil lermos, por exemplo: que a velha frase "Uma vez Bruxa, para sempre será uma" não é um velho ditado popular, mas, sim, uma verdade. Além disso, o abandono da religião, poderá levar o incauto a sentir sobre seus ombros o peso da traição, da sua atitude irresponsável e desrespeitosa para com os Deuses. Assim, poderá vir a ser atacado por energias e/ou elementos astrais. Poderá servir de pára-raio para influências espectrais. Ou ainda, poderá tornar-se um ser negro.
Tais consequências estão relacionadas ao fato de que a decisão precoce e irresponsável pode ser encarada pelos Deuses como um ato desrespeitoso, traidor, e por aí vai.
A wicca é muito mais séria do que talvez você tenha achado... Ela não tem espaço para achismos. Apesar de ser suave, é séria e exige certezas sobre tudo o que vamos fazer em nome dela. Aquele que pratica qualquer ato sem o conhecimento necessário, sem responsabilidade, ou com fins egoístas, corre o sério risco de afundar em um poço de lama. Por outro lado, aquele que se inicia com o conhecimento e a certeza devida, será coroado com satisfação interior e plenitude de sua vida.
Responda sinceramente: Você sabe o que é a iniciação?
Longe da intenção de esgotar o tema, lanço poucas palavras sobre o assunto, apenas para que tenha o básico, do básico, cabendo a você, aprofundar o assunto.
Pois bem. INICIAR - do latim, iniciare é o ato de introduzir alguém no conhecimento dos mistérios de uma religião.
Para JOSÉ EBRAM (in Uma Folha na Luz Astral, Madras, pag. 13) a iniciação tem o objetivo de fazer com que o iniciado olhe para dentro de si e comece a percebera abertura do seu interior. MIRCEA ELIADE o complementa, ensinando que "a iniciação constitui um fenômeno espiritual significativo já que tende a comprometer a vida do indivíduo, transformando-o num ser aberto ao espírito." (JOSÉ EBRAM apud MIRCEA ELIADE)
A iniciação, quando feita de forma consciente, é capaz de despertar no iniciado novas faculdades como: telepatia, clarividência e/ou desenvolver habilidades já existentes e conhecidas, porém, não exploradas, ou ainda, despertar as existentes, porém adormecidas. Isso, numa visão particular, pode ser encarado como um presente.
Quando alguém opta pela iniciação, significa dizer que decidiu e deu o primeiro passo para se tornar, no caso, wiccano, já que é através dela que ASSUME SEU COMPROMISSO COM A MAGIA E COM O GRANDE CASAL. É, pois, o compromisso que declara, abertamente, que obedecerá a Rede, ou seja, a única regra da wicca: "SE FOR PARA O BEM, FAÇA O QUE QUISER." Tal regra significa, resumidamente, que o iniciado concordou em:
1. obedecer essa regra;
2. de praticar a magia da maneira correta, seja através do pensamento, ato e/ou palavra;
3. sempre visar o bem maior em suas práticas mágicas;
4. agir com integridade;
5. responsabilidade;
6. manter-se longe do egoísmo;
7. manter-se longe da vingança; etc
A iniciação é o voto que o iniciante faz, que marca a morte de uma vida e o nascimento para a nova. É o ato "que abarcará todos os aspectos da alma e conferirá a capacidade de fazer ligações profundas..." (SALLY MORNINGHSTAR) do seu Eu com a Divindade.
Uma vez exposto o que é a iniciação, fica aqui alguns conselhos (siga-os se quiser - lembre-se, sempre e acima de tudo, siga seu coração, em tudo. Ele é o melhor conselheiro):
1. Antes de decidir pela iniciação, pense em fazer a dedicação por ano e dia, para conhecer e obter a certeza necessária para um passo tão importante.
2. Fique atento a tudo que falam. Apure seu censo crítico. Questione, pense, selecione e após todo esse processamento, tire sua própria conclusão. Essa será sua verdade.
3. Desconfie daquele que afirma ser detentor da verdade wiccana.
4. Lembre-se que o melhor iniciador é VOCÊ MESMO.
5. Só se inicie se estiver 101% convicto. Se estiver convencido apenas 99,9999% não se inicie.
texto retirado de http://www.emporiowicca.com.br/inicia.htm
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DEDICAÇÃO
A DEDICAÇÃO
O ritual de auto dedicação não pretende transformá-lo em um Wiccano(a). Isto acontece com o tempo e devoção e não por meio de cerimônias iniciáticas. Ele é num senso místico, um passo dado em direção à conexão de suas energias com a Deusa e do Deus. É um ato verdadeiramente mágico que, quando efetuado de forma correta, pode alterar sua vida para sempre. Esta auto dedicação é simplesmente um ritual formal assinalando sua decisão consciente de embarcar num novo modo de vida, pois esta é a essência da Wicca.
É difícil para o iniciante da Arte encontrar referências que sirvam como base à procedimentos rituais como a auto dedicação. O simples ato de acender uma vela, tomar um pouco de vinho e informar aos Deuses de suas intenções é provavelmente o melhor tipo de ritual de auto dedicação: sincero e simples.
Este ritual está aberto a todos que desejem utilizar. Contudo, antes mesmo de cogitar, dedicar-se às deidades, certifique-se de suas intenções, e de que tenha estudado a Wicca o suficiente para saber que será o caminho certo para você. Isto significa estudo contínuo.
* Familiarize-se com a Wicca o mais que puder. Apesar de alguns autores sentirem que sua tradição é a única e verdadeira, por isso não permita isso, leia outros livros. Igualmente, não aceite ler só o que está escrito e o que te interessa. Toda bruxa busca muitos conhecimentos, independentes de qual for seu tema, sobre Física, Astronomia, Português, Latim, Geografia entre vários assuntos.
* Observe e "sinta" a natureza. Ouça a música da natureza, vá a um local onde o vento sopre por entre as folhas e os troncos das àrvores. Ouça o borbulhar da água sobre pedras ou batendo contra um litoral rochoso. Direcione sua audição ao miar de um gato solitário saudando a alvorada. Celebre as estações e as fases da Lua com rituais. Permita que suas emoções sejam tocadas, sua decisão de ingressar na Wicca não deve basear-se apenas em seu intelecto ou em suas emoções; deve haver um equilíbrio entre ambos.
* Sozinho, medite sobre o que espera atingir com a Wicca. Isto pode englobar realizações espirituais, um relacionamento mais profundo com a Deusa e com o Deus, percepção de seu espaço no mundo, poder para ordenar sua existência, habilidade para sintonizar-se com as estações e com a Terra, e assim por diante.
Os Wiccans não ganham a vida com a Wicca. Uma vez que a Wicca não aceita proselitismos, não possui uma figura central, templos ou organizações, podemos começar a imaginar o que podemos fazer por ela.
Há muito com o que podemos contribuir. Não apenas com nosso tempo, energia, devoção, mas também com coisas mais concretas.
Temos que preservar as reservas naturais da Terra, começando desde já a reciclar o lixo, separar jornais velhos, garrafas e latas de alumínio entre outros objetos recicláveis.
Respeitar a natureza é reverenciar a Deusa e o Deus.
Tudo o que você fizer pela Terra ou pelas criaturas que nela vivem, você faz para Wicca.Postado por Ana beatriz 0 comentários
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14 de abr. de 2010
Principais tipos de Tradições na Wicca

Tradição 1734: Tipicamente britânica é às vezes uma Tradição eclética baseada nas idéias do poeta Robert Cochrane, um auto-intitulado Bruxo hereditário que se suicidou através da ingestão de uma grande quantidade de beladona. 1734 é usado como um criptograma(caracteres secretos) para o nome da Deusa honrada nesta tradição.
Tradição Alexandrina: Uma Tradição popular que começou ao redor da Inglaterra em 1960 e foi fundada por Alex Sanders. A Tradição Alexandrina é muito semelhante à Gardneriana com algumas mudanças menores e emendas. Esta Tradição trabalha à maneira de Alex e Maxine Sanders, que diziam terem sido iniciados por sua avó em 1933. A maioria dos rituais são muito formais e embasados na Magia cerimonial. É também uma tradição polarizada, onde o Sacerdotisa representa o princípio feminino e o Sacerdote o princípio masculino. Os rituais sazonais, na maior parte são baseados na divisão do ano entre o Rei do Azevinho e o Rei do Carvalho e diversos dramas rituais tratam do tema do Deus da Morte/Ressurreição. Como na Tradição Gardneriana a Sacerdotisa é elevada autoridade máxima. Entretanto, os precursores para ambas Tradições foram homens. Embora similar a Gardneriana, a Tradição Alexandrina tende a ser mais eclética e liberal. Algumas das regras estritas Gardnerianas, tais como a exigência do nudismo ritual, são opcionais. Alex Sanders intitulou-se a certa altura "Rei das Bruxas", considerando que o grande número de pessoas que tinha iniciado na sua tradição lhe dava esse direito. Nem os seus próprios discípulos o levaram muito a sério, e para a comunidade Pagã no geral esse título foi apenas motivo de troça, quando não de repúdio. Janet e Stewart Farrar são os mais famosos Bruxos que divulgaram largamente a Tradição Alexandrina em suas publicações.
Tradicional Britânica: Uma Tradição com uma forte estrutura hierárquica e graus. Os Rituais estão centrados na Tradição Céltica e Gardneriana
Wicca céltica: Uma Tradição muito telúrica, com enfoques na natureza, os elementos e elementais, algumas vezes fadas, plantas, etc. Muitas " Bruxas Verdes" (Green Witches) e Adeptos do Druidismo seguem este caminho, centrado no panteão Céltico antigo e em seus Deuses e Deusas.
Tradição Caledoniana (ou caledonni): Uma tradição que tenta preservar os antigos festivais dos escoceses e às vezes é chamada de Tradição Hecatina.
Tradição Picta: É uma das manifestações da Bruxaria tipicamente escocesa. Na maioria das vezes é uma forma solitária da Arte. Seu enfoque prático é basicamente mágico e possui poucos elementos religiosos e filosóficos.
Bruxaria Cerimonial: Usa a Magia cerimonial para atingir uma conexão mais forte com as divindade e perceber seus propósitos mais altos e suas habilidades. Seus Rituais são freqüentemente derivações da Magia Cabalística e Magia Egípcia. Embora certamente, mas não de forma intencional, este caminho é infestado freqüentemente por egoístas e pessoas inseguras que usam a Magia Cerimonial para duas finalidades: adquirir tudo aquilo que querem e atingir níveis mais altos para poderem olhar de cima. Estes atributos não são uma regra em todos os Bruxos Cerimoniais, e há muitos Bruxos sinceros neste caminho.
Tradição Diânica: Algumas Bruxas Diânicas só enfocam seus cultos na Deusa, são muito politicamente ativos, e feministas. Outras Bruxas Diânicas simplesmente enfocam seu culto na Deusa como uma forma de compensar os muitos anos de domínio Patriarcal na Terra. Algumas Bruxas Diânicas usam este título para denotar que são "as Filhas de Diana", a Deusa protetora delas. Há Bruxas Diânicas que são tudo isto , algumas que não são nada disto, e outras que são um misto disto. A Arte Diânica possui duas filiais distintas:
- Uma filial, fundada no Texas por Morgan McFarland . Que dá o supremacia à Deusa em sua thealogy, mas honra o Deus Cornífero como seu Consorte Amado e abençoado. Os membros dos Covens dividem-se entre homens e mulheres. Esta filial é chamada às vezes "Old Dianic" (Velha Diânica), e há alguns Covens descendentes desta Tradição, especialmente no Texas. Outros Covens, similares na thealogy mas que não descendem diretamente da linha de McFarland, e que estão espalhados por todo EUA.
- A outra filial, chamada às vezes de Feitiçaria Feminista Diânica, focaliza exclusivamente a Deusa e somente mulheres participam de seus Covens e grupos. Geralmente seus rituais são livres e não são hierárquicos, usando a criatividade e o consenso para a realização de seus rituais. São politicamente um grupo feministas. Há uma presença lésbica forte no movimento, embora a maioria de Covens estejam abertos à mulheres de todas as orientações.
Tradição Georgina: Esta Tradição foi criada por George Patterson, que se auto intitulou como sendo um "Sumo Sacerdote Georgino". Quando começou o seu próprio Coven, chamou-o de Georgino, já que seu prenome era George. Se há uma palavra que melhor pode descrever a Tradição de George , seria "eclética". A Tradição Georgina é um composto de rituais Celtas, Alexandrinos, Gardnerianos e tradicionais. Mesmo que a maior parte do material fornecido aos estudantes sejam Alexandrinos, nunca houve um imperativo para seguir cegamente seu conteúdo. Os boletins de noticias publicados pelo fundador da Tradição estavam sempre cheio de contribuições dos povos de muitas outras Tradições. Parece que a intenção do Sr. Patterson era fornecer uma visão abrangente aos seus discípulos.
Ecletismo: Um Bruxo eclético é aquele que funde idéias de muitas Tradições ou fontes. Assim Como no caldeirão de uma Bruxa, são somadas elementos para completar a poção que é preparada, assim também são somadas várias informações de várias Tradições para criar um modo mágico de trabalhar. Esta "Tradição" que realmente não é uma Tradição é flexível, mas às vezes carente de fundamento. Geralmente, são criados rituais e Covens de estrutura livre.
Tradição das Fadas (ou Fairy Wicca): Há várias facções da Tradição das Fadas. Segundo os membros desta Tradição, seus ritos e conhecimentos tiveram origem entre os antigos povos da Europa da Idade do Bronze, que ao migrarem para as colinas e altas montanhas devido às guerras e invasões ficaram conhecidos como Sides, Pictos, Duendes ou Fadas. Uma Bruxa desta Tradição poderia ser ou trabalhar, mas não necessariamente: - Com energias da natureza e espíritos da natureza , também conhecidos como fadas, Duendes, etc. - Homossexual Alguns dos nomes mais famosos desta Tradição são Victor e Cora Anderson, Tom Delong (Gwydion Penderwyn), Starhawk, etc.
Tradição Gardneriana: Fundada por Gerald Gardner nos anos de 1950 na Inglaterra. Esta tradição contribuiu muito para Arte ser o que é hoje.. A estrutura de muitos rituais e trabalhos mágicos em numerosas tradições são originárias do trabalho de Gardner. Algumas das reivindicações históricas feitos pelo próprio Gardner e por algumas Bruxas Gardnerianas têm que ainda serem verificadas (e em alguns casos são fortemente contestadas) porém, esta Tradição apoiou muitas Bruxas modernas. Gerald B. Gardner é considerado "o avô" de toda a Neo-Wicca. Foi iniciado em um Coven de NewForest, na Inglaterra em 1939. Em 1951 a última das leis inglesas contra a Bruxaria foi banida (primeiramente devido à pressão de Espiritualistas) e Gardner publicou o famoso livro"Witchcraft Today", trazendo uma versão dos rituais e as tradições do Coven pelo qual foi iniciado.
Gardnerianismo é uma tradição extremamente hierárquica. A Sacerdotisa e o Sacerdote governam Coven, e os princípios do amor e da confiança presidem. Os praticantes desta Tradição trabalham "Vestidos de Céu" (nus), além de manterem o esquema de Seita Secreta. Nos EUA e Inglaterra os Gardnerianos são chamados de "Snobs of the Craft" (Snobes da Arte), pois muitos deles acreditam que são os únicos descendentes diretos do Paganismo purista. Cada Coven Gardneriano é autônomo e é dirigido por uma Sacerdotisa, com a ajuda do Sacerdote, Senhores dos Quadrantes, Mensageiro, etc. Isto mantém o linhagem e cria um número de líderes e de professores experientes para o treinamento dos Iniciandos. A Bíblia Completa das Bruxas (The Witches Bible Complete) escrita por Janet e Stuart Farrar, como também muitos livros escritos por por Doreen Valiente têm base nesta Tradição e na Tradição Alexandrina em muitos aspectos.
Tradição Hecatina: Uma Tradição de Bruxos que buscam inspiração em Hécate e tentam reconstruir e modernizar os rituais antigos da adoração à esta Deusa. É algumas vezes chamadas de Tradição Caledoniana ou Caledonii. BRUXO
Tradição Familiar ou Hereditária: Um Bruxo que normalmente foi treinado por um ente familiar e/ou pode localizar sua história familiar em outro Bruxo ou Bruxos. Os Bruxos Hereditários, ou Genéticos como gosto de chamar, são pessoas que têm, ou supõem ter, uma ascendência Pagã (mãe, tia, avó são os alvos mais visados). A maioria dos Hereditários não aceitam a infiltração de outras pessoas fora de sua dinastia, porém algumas Tradições Familiares "adotam" alguns membros, escolhidos "à dedo" em seu segmento.
Bruxa de Cozinha: Uma Bruxa prática que é freqüentemente eclética, enfoca e centra sua magia e espiritualidade ao redor do "forno e do lar".
Bruxaria Satânica: Não existe!
Wicca Saxônica ou Seax-Wicca: Fundada em 1973, pelo autor prolífico, Raymond Buckland que era, naquele momento, um Bruxo Gardneriano. Uma das primeiras tradições precursoras em Bruxos solitários e o auto-iniciados. Estes dois aspectos fizeram dela um caminho popular.
Bruxo Solitário: Uma pessoa que pratica a Arte só (mas pode se juntar às festividades de Sabbat em um Coven ou com outros Bruxos Solitários ocasionalmente). Um Bruxo Solitário pode seguir quaisquer das Tradições, ou nenhuma delas. A maioria de Bruxos ecléticos são Solitários.
Tradição Strega: Começou ao redor na Itália em 1353. A história controversa sobre esta Tradição pode ser achada em muitos locais e em muitos livros. Arádia... Gospell of the Witches (Arádia...A Doutrina das Bruxas) é um deles.
Tradição Teutônica ou Nórdica: Teutônicos são um grupo de pessoas que falam o norueguês, fosso, islandês, sueco, o inglês e outros dialetos europeus que são considerados "idiomas Germânicos". Um Bruxo teutônico acha freqüentemente inspiração nos mitos tradicionais e lendas, Deuses e Deusas das áreas onde estes dialetos se originaram.
Tradição Asatrú: Teve suas origens no Norte da Europa e é uma das facções das Tradições Teutônica e Nórdica. Esta Tradição é praticada hoje por aqueles que sentem uma ligação com os nórdicos e teutônicos e que desejam estudar a filosofia e religiosidade da antiga Escandinávia, através dos Eddas e Runas. Encoraja um senso de responsabilidade e crescimento espiritual, freqüentemente embasados nos conceitos atribuídos aos nobres guerreiros de tempos ancestrais. Tradição Algard: Uma americana iniciada nas Tradições Gardneriana e Alexandrina, chamada Mary Nesnick, fundou essa "nova" tradição que reúne ensinamentos de ambas tradições sob uma única insígnia.
Bruxaria Tradicional: Todo Bruxo tradicional dará uma definição diferente para este termo. Um Bruxo tradicional é aquele que freqüentemente prefere o título de Bruxo à Wiccaniano e define os dois como caminhos muito diferentes. Um Bruxo tradicional fundamenta seu trabalho mágico em métodos históricos da tradição, religiosidade e geografia de seu país.
Bruxaria Tradicional Ibérica: Uma bruxaria onde participam pessoas que habitam a região que compreende a penísula ibérica, principalmente Portugal e Espanha. Seus ancestrais adoravam os seus Deuses, com cultos diferenciados entre tribos e regiões; eles amavam e respeitavam os lugares e espíritos da natureza, colhiam e caçavam com bravura e respeito.
No passado a Península Ibérica foi palco de influências de vários povos entre eles: os Fenícios, Cartagineses, Suevos, Visigodos, Celtas (daí o rótulo de Celtibero, palavra que representa mistura de povos Celtas e Ibéricos). As divindades nunca se mesclaram facilmente com as dos povos invasores. A adoração e o Ritual dos Deuses tem a ver com a Arte Antiga, hoje chamada por uns de "Tradicionalista" e claro, muito anterior à Wicca que vemos do autor Gardner e outros decorrentes. Além disso, é sabido o quanto Gerald Gardner percorreu por várias vezes a Espanha na busca do culto dos Antigos... e nunca os encontrou realmente, pois os grupos de bruxos conhecidos por Aquellares e Coevas (covens) são fechados e o que se fala para o exterior é cauteloso de acordo com as Leis Wiccans!
O espírito religioso dos romanos baseava-se na importação dos Deuses das varias regiões conquistadas. Podemos citar a Grécia como exemplo disso. Todos os Deuses Gregos foram importados dando origem a Deuses Romanos de poder, influência e semântica similares. Os romanos também querendo absorver "os poderes das tribos" conquistadas, apropriavam-se dos nomes dos Deuses locais e os aplicavam conforme as conveniências em sua cultura, sem contudo nestes Deuses romanos recém criados existir o verdadeiro sentido mágico-religioso.
Assim aconteceu com a nossa Deusa Atégina que após a romanização, virou Próserpina, nome deveras conhecido na mitologia romana mas, muito antes de Roma ser criada, os povos locais já conheciam a lenda da Descida da Deusa Atégina aos mundos interiores. Podemos notar também pela história que, cinco séculos antes de Roma, já haviam chegado à europa a cultura dos Gregos e dos Fenícios e, depois, dos Cartagineses que não forçaram os habitantes ibéricos com suas religiões, entretanto foram bastante influentes na passagem de segredos e mistérios aos Sábios tribais dos Santuários primitivos já existentes na Península Ibérica. A Tradição dos ibéricos tem uma ancestralidade reconhecida num vasto Panteão autônomo, quase livre de influências exteriores, e nos variadíssimos vestígios históricos, que cada vez mais surgirão à luz dos homens.
Não poderíamos ficar allheios também da importância trazida pelas culturas Fenícia, Cretense e Grega e cuja cultura resplandecente causou assombro e respeito aos povos nativos ibéricos do litoral português com os cultos de Baal Merkart e de Tanith de Cartago cultuada no seu local em Nazaré. O Panteão Ibérico é rico e tribal. Os Deuses que compõem este panteão existem nas antigas regiões da Bética, da Lusitânia e da Calaecia, e entre várias Divindades, cultua-se: Endovélico - o Curador, Atégina - A Deusa Mãe, Trebaruna - A Guerreira e Protetora, Bônconcios - O Guerreiro, Tongoenabiagus - O Fertilizador, Tanira - A deusa das Artes, Nabica - A Ninfa das Florestas, Aernus - O senhor dos ventos do norte, Brigantés - a Deusa guerreira . (Esta divindade é resultante da influência dos povos do norte da Europa nas terras da Ibéria - A qual não têm nada a ver com Briga ou Brigit dos druidas e muito menos a ver com os seus cultos). Os feiticeiros Ibéricos não seguem os atuais calendários usados na Wicca, mas sim os calendários vivos que a própria Tradição os ditou através dos tempos. Nesta Tradição há 3 Celebrações anuais básicas: O nascimento, O Apogeu e o Rito aos Idos aonde visitamos o Rio do Esquecimento, para cultuar seus antepassados. Na Tradição Ibérica o culto é dirigido a uma só Deusa ou a um Deus e cada Divindade é adorada individualmente, salvo algumas exceções, não se aplicando a ritualística de Deusa e seu Consorte, tão difundida pela Wicca e não existe o conceito de deuses infernais, nem duos ou trindades de Deuses.
Tradição Galesa de Gwyddonaid: Uma Tradição Galesa Céltica da Wicca, que adora panteão galês de Deuses e Deusas. Gwyddonaid, foi quem grosseiramente traduziu a ignóbil obra galesa "Árvore da Bruxa (Tree Witch)" e propagou esta forma de trabalhar magicamente."
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2 de fev. de 2010
O QUE É MAGIA?
Magia tem muitas significações. Ela nada tem a ver com poderes incríveis, a definição que está mais próxima do real é a que define como a arte de causar alterações na consciência. O principal objetivo do Mago é atingir o autoconhecimento e aperfeiçoamento, desviando-se da mente consciente, condicionada pelos padrões convencionais e tocar o subconsciente, que não reage a palavras. Sendo um poderoso agente, pode causar alterações e agir como o gênio da lâmpada, atraindo para o mago as coisas que deseja, porém, se abusar, pode acarretar um retorno negativo. As ciganas, na arte da magia são consideradas bruxas ou fadas, além das adivinhações, conservam do saber antigo o segredo do elixir do amor e de outros encantamentos. Todos somos magos em potencial, com capacidade de conhecer, aprender e sobretudo realizar, quanto mais praticarmos, exercitarmos o lado místico e o trabalho com as cartas, mais nos aproximaremos do mundo oculto e desenvolveremos a percepção e a intuição. Os ciganos, entre todos os povos da Europa, se destacaram como o povo que melhor guardou o xamanismo e viajando o disseminaram por toda a parte. Foi o suficiente para manter viva a fé antiga. Encontramos uma grande diferença entre magia e feitiçaria. A magia para ser exercida e compreendida em toda a sua extensão exige sabedoria e aprimoramento do homem. A feitiçaria, apesar de seus segredos, não exige muita ciência, pesquisa, estudo e desenvolvimento espiritual ou psíquico. É ensinada de pessoa a pessoa, sem qualquer preocupação ritualística, de acordo com a necessidade do momento. Muitas vezes a fé funciona mais que o "trabalho", propriamente dito. Todos nós somos dotados de poderes mágicos, podendo ser desenvolvidos para o bem ou para o mal. Isto dependerá de cada indivíduo, pois o mal existe para que possamos identificar o bem ou aprendermos a distinguir entre as duas coisas. Toda a nossa força e dote mágico é retirado principalmente da força de nosso pensamento. O desenvolvimento desta força está ligado ao nosso merecimento e de acordo com a nossa evolução.
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11 de nov. de 2009
Wicca O Deus E A Deusa
A Deusa é vista, normalmente, como Deusa Tripla, isto é, engloba três principais aspectos de deusas da Antiguidade: Donzela, Mãe e Anciã. Estes aspectos são "rotativos" ao longo do ano (falarei sobre a divisão dos anos e das estações na Wicca no próximo post) :
* Como Donzela, a Deusa simboliza encantamento, expansão, a promessa de novos princípios, nascimentos, juventude, entusiasmo e a Lua na fase Crescente;
* Como Mãe, simboliza a fertilidade, sexualidade, estabilidade, poder, vida e a Lua Cheia;
* Como Anciã, representa a sabedoria, o repouso, a morte, o fim de várias coisas e a Lua na fase Minguante.
Como já disse, a Deusa é a Mãe de tudo o que existe e foi adorada desde os primórdios da humanidade, mas com a chegada das religiões monoteístas foi esquecida. Ela é representada pela concha marinha, pelas cores branco, vermelho e preto (Donzela, Mãe e Anciã) e é, principalmente, a Ela que apelamos quando efectuamos trabalhos mágickos. Existem imensos nomes de deusas da Antiguidade mas elas são todas aspectos da Deusa. Ela é amante e mãe do Deus, pois no princípio de tudo, Ela engravidou-Se com Ele e à medida que este crescia, apaixonaram-Se, tornando-se marido e esposa. Durante a Primavera, o Deus engravida a Deusa e no Samhain, morre; no Yule, o Deus renasce e o ciclo repete-se.
O Deus...
O Deus é chamado, normalmente, como Deus com Chifres/Cornudo/Chifrudo/C
* Como Deus Criança, o Deus representa a jovem semente do sol que germina e afasta a escuridão do Inverno, a alegria de viver, a descoberta;
* Como Deus Chifrudo, simboliza o auge da masculinidade, senhor da força, poder e vitalidade. É o amante da Deusa e senhor de tudo o que é selvagem, fertilizador da Terra e Pai protector.
* Sob o aspecto de Deus da Morte e Renascimento, Ele simboliza a sabedoria (lembrando, de vez em quando um velho feiticeiro), os mistérios da Vida e da Morte, pois Ele próprio a conquista, renascendo.
O Deus pode ser simbolizado pela pinha, por um chifre ou pelo cone do pinheiro e, por cores, pelo castanho, pelo verde, pelo laranja e pelo dourado. Assim como a Deusa, todos os deuses antigos, são aspectos do Deus
"Como são a Deusa e o Deus?". Passo a responder: como você achar melhor. Há várias opiniões e muitos vêem-nos ora como uma divindade das Antiguidade, outros como uma figura mítica e outros que encontram a forma que crêem que Eles possam ter usando a sua imaginação. Cabe a si, leitor, decidir. Mas não duvide que a imagem mental que encontrar para os representar irá ser, de certo modo, a forma que Eles desejam assumir para si.
La Magia Wicca
Pode-se dizer que Wicca é a bruxaria dos nossos tempos, também chamada de bruxaria neopagã. Foi fundada por Gerard Gardner por volta de 1940, mas isto só veio a público mais de uma década depois em 1954.
A maior surpresa sobre a bruxaria, para a maioria das pessoas, é que “os wiccanos não são adoradores do diabo”, “nem instrumento do poder do mal”.
Veneram uma entidade feminina. Uma Deusa. Conhecida por vários nomes. Entre eles podemos citar: Ceridwen, Gaia, Astarte, Atenas, Brígida, Diana, Isis, Melusine, Afrodite e por muitos outros nomes divinos.
Veneram também um Deus. O Grande Deus Cornífero, também conhecido por: Cernunnos, Attis, Pã, Daghda, Fauno, Frei, Odin, Lupercus e por muitos outros nomes.
Talvez por interferência do cristianismo e sua “Santa Inquisição” as bruxas passaram a figurar no folclore em todo o mundo sempre vistas como coisas bizarras ou do mal. Aqui estou, na condição de bruxa, para mostrara verdadeira realidade e proteger a dignidade dos bruxos que ainda existem e que agora estão se multiplicando em todo o mundo. Começo explicando a origem do nome wicca ou wicce, palavra de raiz anglo-saxã, que significa moldar ou as pessoas que moldam suas vidas.
A wicca é uma religião de origem xamânica, com traços celtas, embora existam vários panteões que podem ser seguidos. Ao contrário do que muitos imaginam, a Wicca é baseada na vida e no amor. Os Wiccanos procuram entrar em harmonia com a natureza e respeitar e cuidar do nosso planeta.
A wicca é uma religião baseada na magia, no entanto maioria as pessoas acredita que magia é acender velas coloridas, fazer algum feitiço ou ritual. Mas não é só isso, magia também é gerar um filho, dar à luz a uma criança, cozinhar, viver. Este é o verdadeiro sentido da magia.
Um dos princípios que a wicca defende é "faça o que quiseres desde que não prejudiques ninguém". Sendo assim, antes de se fazer um feitiço ou ritual, deve-se pensar muito sobre as conseqüências desse ritual, pois o feiticeiro estará exposto à chamada "lei do tríplice retorno". Essa lei prega que tudo que se faz retorna três vezes pior ou melhor, dependendo do tipo de sentimento que se coloca no feitiço.
Os rituais e feitiços praticados na Wicca são feitos dentro de um círculo de energia, são evocados a Deusa e o Deus para que compareçam. Evoca-se também os quatro quadrantes, que são as 4 direções representadas pelos quatro elementos: ar, fogo, água e terra. Os rituais são encerrados com um ato de agradecimento à Deusa, ao Deus, aos quatro elementos e o fechamento do círculo.
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El Tarot Wicca - Historia
Nos parece interesante resaltar, porque desgraciadamente por falta de información o por error de la misma; muchos asocian equivocada y prejuiciosamente a los wiccanos con lo demoníaco o satánico; nada tan lejano de la realidad, ya que no sólo no creen en ellos; sino que impulsan a sus practicantes a realizar hechizos únicamente para el bien; convencidos que todo acto malintencionado regresa a quién lo ejecuta tres veces multiplicado.

Desde esta claridad conceptual las imágenes del Tarot wicca reflejan la sabiduría ancestral que traen el Dios y la Diosa (masculino y femenino formando la dualidad del Gran espíritu) para orientarnos en el sendero del amor y el respeto a la vida, a la naturaleza y a la madre tierra que nos vio nacer.
La lectura del tarot con la inspiración de las cartas wicca nos proporcionan una conexión al inconciente colectivo de la humanidad, en donde todas las dudas hallan una respuesta y en donde todos los pesares pueden ser transformados en bendiciones.
Postado por Ana beatriz 0 comentários
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